Quilómetros adulterados
Um conta-quilómetros recuado faz pagar um carro mais gasto como se fosse mais novo e antecipa despesas de manutenção.
O anúncio mostra o que o vendedor quer mostrar; o histórico mostra o resto. Antes de pagar o sinal, peça o relatório da carVertical pelo VIN ou pela matrícula e confirme quilómetros, danos, registos de roubo e o passado do carro noutros países.
−20% de desconto no relatório através da AutoExpo.pt
Há problemas que nenhum test drive revela, mas que deixam rasto nos registos.
Um conta-quilómetros recuado faz pagar um carro mais gasto como se fosse mais novo e antecipa despesas de manutenção.
Uma reparação mal feita afeta a segurança e o valor de revenda. Os registos mostram onde e quando houve danos.
Se o carro tiver sido dado como roubado, pode ser apreendido mesmo depois de o ter pago.
Um carro importado traz anos de estrada feitos noutro país, que os registos portugueses desconhecem.
Tudo se faz no telemóvel, em menos de um minuto.
Estão quase sempre no anúncio. Se não estiverem, peça-os ao vendedor antes de combinar a visita.
A carVertical abre num novo separador e procura o carro em mais de 1000 bases de dados internacionais.
O relatório fica pronto em cerca de 40 segundos, com 20% de desconto por chegar através da AutoExpo.pt.
Números dos estudos mais recentes da carVertical sobre os veículos verificados em Portugal.
Aplicado a um carro de 12 000 €, um sobrecusto de 20,1% significa pagar cerca de 2 000 € acima do valor real. A isso junta-se o desgaste escondido: embraiagem, suspensão ou distribuição chegam ao fim de vida mais cedo do que o conta-quilómetros deixa prever.
Por combustível, o risco é maior nos diesel (4,6%, com cerca de 99 000 km apagados em média) do que nos carros a gasolina (3,6%), nos híbridos (2,6%) e nos elétricos (1,9%).
Danos e quilómetros adulterados aparecem juntos com frequência: em 2025, a quilometragem estava manipulada em 5,9% dos carros com danos registados e em 3,5% dos restantes.
O problema não é só português: o Serviço de Estudos do Parlamento Europeu estimou em 1,31 a 8,77 mil milhões de euros por ano o custo da fraude no conta-quilómetros nos usados transacionados entre países da UE.
As respostas, ou a falta delas, dizem muito sobre o carro:
Respostas vagas ou contraditórias são um bom motivo para pedir o relatório antes de dar mais um passo.
Fontes: estudos da carVertical sobre Portugal (relatórios de abril de 2025 a março de 2026; combustíveis: janeiro de 2024 a março de 2026; danos: 2025) e Serviço de Estudos do Parlamento Europeu (2018).
Os dados variam de carro para carro, mas estes são os pontos que mais pesam numa compra.
Cada leitura conhecida, com a respetiva data: um recuo salta logo à vista.
Onde e quando ocorreram e, se houver dados, quanto terão custado as reparações.
Fotos de anúncios e registos antigos, quando disponíveis, para comparar com o estado atual.
Indica se o carro consta como roubado nas bases de dados consultadas.
Versão, motor e equipamento de origem, para comparar com o que o anúncio promete.
Um valor de referência para o modelo, útil para pôr o preço pedido em perspetiva.
Consoante o carro e os dados disponíveis, o relatório pode incluir ainda classificações de segurança, exposição a desastres naturais e outros registos.
Se o relatório mostrar um problema: peça explicações ao vendedor e documentos que as comprovem. Se continuar interessado, leve o carro a uma oficina da sua confiança antes de fechar negócio.
Muitos dos usados à venda em Portugal fizeram os primeiros anos de estrada noutro país europeu. Quando são matriculados cá, os registos nacionais começam praticamente do zero.
Por isso, num importado a matrícula portuguesa conta pouco da história. O VIN, atribuído pelo fabricante, não muda quando o carro muda de país e permite ligar os registos de antes e depois da importação.
Quando o relatório mostra algo que o anúncio não referia, a conversa sobre o preço passa a ter uma base objetiva, em vez de uma simples impressão.
E se tudo bater certo com o anúncio, também ganha: avança para a compra com outra tranquilidade.
Para saber se o preço pedido está alinhado com o mercado, combine o relatório com uma avaliação profissional da AutoExpo.pt:
Muitos anúncios mostram a matrícula mas não o VIN. Num carro com matrícula portuguesa, basta introduzi-la no formulário acima.
Se o carro for importado, peça também o VIN ao vendedor e faça a verificação por esse número.
São 17 caracteres, entre letras e algarismos, sem as letras I, O e Q, para não se confundirem com 1 e 0.
No documento: o Certificado de Matrícula (antigo DUA) indica-o no campo E.
No vidro: espreite pelo para-brisas, no canto inferior do lado do condutor.
Na porta: abra a porta do condutor e procure a etiqueta do fabricante no pilar central.
Debaixo do capô: gravado no chassis, num local que varia de marca para marca.
Confirme que o VIN do documento é igual ao que está gravado no carro. Se não coincidirem, não avance com a compra.
O essencial antes de pedir o relatório.
O valor aparece no site da carVertical antes de concluir a compra. Vindo da AutoExpo.pt, o relatório tem 20% de desconto.
Para carros com matrícula portuguesa, sim. Num carro importado, use o VIN para incluir os registos anteriores à importação.
Sim. O VIN (Vehicle Identification Number) é o número de quadro atribuído pelo fabricante: 17 caracteres que identificam o carro em qualquer país.
Pode. Cada relatório corresponde a um carro, e a carVertical tem pacotes que baixam o preço por relatório para quem compara várias opções.
Sim. A AutoExpo.pt pode receber uma comissão da carVertical pelos relatórios comprados a partir desta página, sem custo adicional para si. O conteúdo dos relatórios é da responsabilidade da carVertical.
Tenha o histórico à frente antes de discutir o preço ou combinar a visita.
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